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inspiraterapia e voce

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Compartilhar. Esse sempre foi nosso objetivo! Eu morro de saudades dos blogs de antigamente em que a gente dividia experiências de uma maneira leve e genuína. E esse é o sentido de ter um blog em pleno 2018.

A partir de agora teremos um espaço pra vocês também.  A cada dia que passa aumenta o número de pessoas que estão buscando autoconhecimento e sabemos que sozinhas não damos conta. E se a gente começasse a usar esse Girl Power pra fortalecer ainda mais a nossa jornada?

Nossa nova colaborada vai poder ajudar com o embasamento necessário de quem entende dessas questões. <3

Você pode enviar perguntas ou pedir dicas sobre autoconhecimento, autoestima, empoderamento ou sobre qualquer assunto relacionado aos temas para a Lu Roma no contato@inspiraterapia.com.br.

Luciana Roma

Psicóloga clínica

Personal & Professional Coaching formada pela Sociedade Brasileira de Coaching

Atualmente trabalha com mulheres com enfoque em autoestima, empoderamento emocional e histórias (Storyteller).

Juntas podemos mais!
Ilustração: Cynthia Kittler

Mulheres me inspiram o tempo todo. Nem sempre foi assim. Em algum momento da vida aprendemos que deveríamos ser competitivas umas com as outras. Ainda bem que o mundo anda mudando. Pra uns é exagero, mimimi, modinha. Pra outros, chegou a nossa libertação. Eu, como vocês sabem, fico com o segundo time.

Quando eu me vi em outras mulheres foi exatamente quando eu me conectei comigo mesma. E vi amor e vi beleza.  Quando a gente admira, apoia e levanta outras, estamos fazendo isso por nós mesmos também!

Era um fim de domingo, do outro lado da linha a Dri. Ela queria me contar que leu um post do blog e que ele tinha despertado algo nela. Eu fiquei num misto de emoção e medo. A responsabilidade de despertar o melhor no outro, sem ego, sem ser irresponsável é uma preocupação constante.

A Dri passa por seu processo de autoconhecimento e através desse relato pessoal disse que gostaria de se desafiar e sair de sua zona de conforto. Nosso objetivo é dar a ela seu lugar de fala, a incentivando a se amar mais e a inspirar outras mulheres a fazerem o mesmo. Espero que a gente consiga.

Anna

 

Por Adriana Grecco, Dri

Cresci em uma família que sempre cultuou o corpo. Meus pais e meu irmão, 6 anos mais velho, sempre frequentaram academias de ginástica (minha mãe foi sócia de uma por 20 anos!) enquanto eu queria distância de todas elas. 
Na infância, me puseram pra fazer de tudo um pouco. Natação, tênis, ginástica olímpica, ballet, sapateado, jazz. Me dava bem em todas as atividades porém, a partir dos 12 anos, eu travei. Entrei na puberdade e meu corpo simplesmente começou a inflar. Virei alvo de olhares tortos na família, afinal eu era a única “fora do padrão” ali. Na escola sofria um certo bullying. Tive depressão que controlo até hoje pra não ter recaídas.
Na época eu até tirava fotos de corpo inteiro mas elas seriam vistas quando e por quem eu quisesse. Hoje, aos 41, lembro que o único ensaio fotográfico mostrando o corpo inteiro foi pro meu álbum de 15 anos.
O pânico começou mesmo depois que surgiram as redes sociais. Foto, só de rosto ou bem de longe. E é assim até hoje. Há uns anos, uma conhecida curtiu uma selfie minha e comentou “sempre linda, que rosto lindo!”. Aquilo me incomodou de tal forma que eu pensei: rosto lindo… preciso conseguir postar fotos de corpo inteiro sem medo! Anos se passaram e eu continuava postando só selfies. Até tirava foto de corpo inteiro mas logo apagava todas elas.
Um dia, tirando mais uma selfie, caí em prantos quando realizei que aquela seria “apenas mais uma foto de ROSTO”. Lembrei do blog da Anna Deise, o InspiraTerapia (que nome perfeito!), que fala muito sobre aceitação e autoestima. No mesmo instante, ainda chorando, liguei pra ela como uma esperança, um pedido de ajuda. O copo havia transbordado! Quase não conseguia falar. Eu precisava de uma carga de coragem pra mudar e sentia que ela poderia me ajudar pois ela saberia entender a minha aflição.
Perguntei se toparia fazer uma matéria sobre isso no blog dela incluindo fotos minhas de corpo e ela nem pensou duas vezes. A empolgação dela me deu o gás que eu precisava! Marcamos um encontro pra conversarmos melhor e pra iniciarmos o projeto. Foi uma verdadeira terapia rsrs! Não foi a toa que logo pensei no InspiraTerapia pra me tirar do buraco chamado “baixa autoestima.
Não demorou muito para marcarmos o dia do ensaio. Quase não conseguia dormir de tanta ansiedade. Será que eu conseguiria relaxar em frente da câmera? Será que eu conseguiria sair bem nas fotos? Será que as roupas cairiam bem? Será isso, será aquilo? Só sei que no dia D eu parecia estar anestesiada de tanto que eu estava relaxada! Estar com a Anna e a equipe me fez ficar extremamente tranquila! De repente surgiu a confiança (um pouco pelo menos kkk) necessária pra ficar tão à vontade para as lentes!
Como eu disse pra Anna assim que a Renata (maquiadora) começou a me maquiar, eu “estava saindo da minha zona de conforto” e, que saber? Eu estava de fato muito confortável! Amei a experiência e repetiria mil vezes!
A partir de agora, vai ser um exercício  tirar foto sem ser selfie e tentar não deletar todas elas. Um passo de cada vez. Como a maquiadora disse: “é importante que toda mulher se veja pelas lentes de um profissional. Toda mulher deveria fazer pelo menos um ensaio fotográfico pra saber como ela é vista “de fora”, sem o auto julgamento. Eu consegui quebrar essa barreira e recomendo que todas façam o mesmo! Afinal, somos todas DIVAS!
bjs!

 

 

 

Look: NAIAH Roupas Femininas | @naiahsou | www.naiah.rio.br | Coleção Pôr do sol
Make: Renata Santana | @renatasantanamakeup
Vídeo: Baião de Tr3s Produções | @baiaotr3s | www.b3producoes.com.br
Fotos: Edson Luiz | @edsonluizfoto
Produção: Anna Deise Lopes | @annadeiselopes
Assistente de Produção: Lanna Schmitz | @lanna_schmitz

No último dia 29 completamos 4 anos do blog. Tudo começou com a minha necessidade de ter um espaço pra me distrair.  Pra falar de moda, beleza, viagem e das coisas que aconteciam na minha vida. Tudo sem pretensão alguma. Sim, como terapia mesmo.

O tempo foi passando e eu percebi que aqui era muito mais que um lugar para falar de look do dia e do batom do momento. Ele se transformou no lugar onde eu mais me reconhecia e que me acolhia em todos os meus momentos.

Foi aqui que consegui entender todas as transformações que acontecem na minha vida, por exemplo. Desde um “simples” corte de cabelo, que me mudou pra sempre, até a maneira como eu me visto.

Quando eu senti pela primeira vez essa sensação de liberdade, imediatamente entendi que eu precisava incentivar outras pessoas a sentirem o mesmo. Aqui entra a parte da Inspiração!

Como assim eu posso ter o cabelo que eu quiser? Vestir a roupa que eu tiver com vontade e isso influenciar até nas minhas decisões sobre a vida? Rs Parece óbvio, mas pode ter certeza que pra muita gente ainda não é! O InspiraTerapia é sobre liberdade, é sobre seguir seu caminho sendo quem você quiser ser.

AUTOCONHECIMENTO: liberdade de usar o que você quiser sem medo de julgamentos e ir encontrando o seu estilo.

BELEZA: se olhar de verdade pela primeira vez.

VIAGEM: descobrir coisas incríveis por todos os lugares que você passar.

VIDA REAL: ler um texto da Juliana Borel, nossa primeira colaboradora, e se emocionar profundamente.

AMOR PRÓPRIO: descobrir que pra sentir amor próprio você não precisa seguir padrão algum e no meio do processo encontrar a segunda colaboradora do blog, Lanna Schmitz, em seu momento mais delicado da vida desabrochar diante dos seus olhos.

Foi aqui também que eu morri de orgulho ao sentir ainda mais forte o companheirismo do meu Edson. Sempre topando minhas loucuras e me incentivando a voar e a fazer o que me faz feliz: ser eu mesma.

Muito OBRIGADA a cada um que entra aqui no blog, que curte as postagens do instagram e assiste os vídeos do canal do YouTube. <3

 

Você também faz parte do time que tem medo de arriscar? Eu sempre fui dessas. Era desesperador sair da minha zona de conforto, em todos os aspectos da vida. Mas ainda bem que o tempo passa, a gente vai se descobrindo mais corajosa e aos poucos vai se soltando.

Lembro como se fosse hoje de ter uma crise de choro ao cortar o cabelo (no processo pra deixar ele natural). O Edson (marido) olhou pra mim e disse: o que foi, amor? Não gostou? Minha resposta: eu amei, mas agora todo mundo vai reparar em mim, eu vou passar e vão me olhar. rs

Gente, tô rindo hoje, mas que loucura pensar e agir assim durante tanto tempo! Triste, na verdade.

A insegurança e a baixa autoestima podem ser cruéis. E representatividade no meio desse processo importa sim. Muito! Só quem passa/passou por algo do tipo sabe o quanto é inspirador se ver e se identificar com alguém no meio da multidão. Então meu agradecimento vai para a internet e para as meninas lindas que me incentivaram, mesmo sem saber, a me tornar alguém mais segura e mais feliz.

No meio desse processo descobri que eu estou em primeiro lugar. Que no mundo vai ter sempre alguém que gosta e alguém que não gosta do seu jeito, estilo, maneira de pensar. Desde que você respeite e não faça mal pra ninguém, tá tudo bem ser assim.

Eu sigo sendo muito feliz usando e fazendo coisas que jamais imaginei. Tente você também. É lindo!

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Calça Pantacourt + Turbante + Oxford. E você ai pensando que era só look do dia!

Você não entende o orgulho, pois você também não entende as piadas na escola e nas ruas, os olhares de reprovação, ou de espanto, ao te verem passar.

Você não entende a minha batalha por aceitação, a sua e a minha, pois nunca esteve no meu lugar, nunca sentiu o que sinto aqui dentro.

Você não entende que o que eu quero é respeito e nada mais, pois você nunca precisou se impor pra ser simplesmente quem é.

Você não entende, pois nunca se sentiu acuado e infeliz dentro da sua própria casa pois sua família acreditava, e alguns ainda acreditam, que o belo e o “normal” é aquilo que impuseram e te enfiaram goela abaixo e não aquilo que você quer ser.

A gente só pode entender, de fato e por inteiro, aquilo que acontece com a gente. O resto é só opinião! Você me entende?

<3

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Estou longe de me fazer de vítima. Quem conhece só um pouquinho da minha vida, sabe que eu já passei por poucas e boas, mas que sempre tirei forças sei lá de onde pra seguir em frente. Não estou me vangloriando por isso, mas acho que tenho essa sorte, de continuar em meio ao caos.

A gente nunca vai entender o motivo de passar por certas situações, mas a maneira como você vai lidar com os problemas da vida é o que eu acho que determina sua história, sua felicidade.

Temos uma mania, às vezes involuntária, de julgar tudo e todos. Eu faço parte desse grupo e não tenho orgulho disso, mas com o passar dos anos, com os acontecimentos da vida, da minha e dos outros, fui aprendendo a ser menos crítica e mais benevolente. Não estou dizendo que você não pode/deve julgar algumas atitudes, mas querendo dizer que você pode/deve sempre fazer uma crítica construtiva. O criticar por criticar está em voga, né?! E de verdade, eu e você, sabemos que isso não vai ajudar ninguém, pelo contrário. Então, por que não prestar mais atenção nisso tudo? Uma palavra pode ajudar ou acabar de ferrar com alguém. Pense nisso!

Nem por isso você vai deixar de ser quem é, de falar o que pensa, de ser de verdade. A maneira de dizer é que deve mudar. Veja bem: Eu era a típica “boazinha”, sabe. Todo mundo falava pra mim o queria, sabendo ou não da minha história e de tudo aquilo que me transformou em quem eu era/sou.

Era julgada, para o bem e para o mal, por ser assim. Eu não conseguia entender o motivo do meu jeito ser tão questionado. Até que um dia, vieram as crises de identidade, as decepções com algumas pessoas ao redor, algumas pegadinhas nada engraçadas da vida e uma bela (digo escrota) crise de pânico. Sim, estou me expondo mais que o normal por aqui. Mas o motivo eu acredito ser nobre.

Isso tudo é pra dizer: não é porque eu assumi meu cabelo crespo, que minha amiga que alisa também vai ser feliz e realizada ao assumir o dela.

Não é porque eu perdi peso e estou bem com isso que aquela sua vizinha do lado vai se sentir assim também. Cada um tem uma história e isso precisa ser respeitado. Você não precisa aceitar, gostar, compreender e bater palmas para as escolhas das pessoas, mas TEM QUE respeitar!

Eu estou tentando ter esse equilíbrio. Nem sal, nem açúcar, nem 8 nem 80, nem boa, nem má. Somos todos seres humanos com qualidades, defeitos, vícios, virtudes, cheios de belezas e de coisas feias também. O que determina quem você é não é seu cabelo, seu peso, sua roupas, suas viagens… são as suas atitudes. E eu quero passar por aqui tentando ser mais e mais feliz. Seja tomando coragem pra usar batom vermelho, com meu mini black (que cada dia acorda com um humor Rs), seja brigando com/por alguém que amo por não gostar de algo, usando roupas “ousadas” para uma baixinha/peituda, sendo má quando precisar, mas nunca, nunca mesmo, perdendo minha essência.

É um processo e eu sei que vou errar e acertar, mas quero poder me orgulhar de quem estou me tornando. Vou sentir insegurança, vou achar que não vou dar conta, chorar, me desesperar (sim ou com certeza), mas no fim sei que vou me sentir bem por seguir aquilo que acredito ser o melhor pra mim. Pra ser eu mesma, na verdade para descobrir quem sou.

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Quando eu era adolescente, dançava sempre sozinha nas festinhas da galera. A música lenta começava a tocar, os casais se formavam e eu, a menina de cabelos cacheados, vestindo seu melhor vestido e usando pouca maquiagem, sempre encontrava um canto escondido pra dançar, discretamente, de um lado pro outro. Sonhava.

Com um par que no momento em que a música suspirasse sussurraria em meu ouvido “Eu te amo”.

Você saberia descrever a primeira vez em que ouviu “Eu te amo”? Saberia contar como se sentiu?

Compartilha comigo.

Vou contar uma história pra vocês.

Eu te amo

Pra ler ouvindo: Brighter than sunshine | Aqualung

Eu lembro daquele dia. Sorri e coloquei o cabelo atrás da orelha. Você nem sabia, mas aquele gesto – colocar uma mecha inconveniente atrás da orelha, baixar o olhar e sorrir – era um sinal grandioso.

Depois que nos conhecemos, nunca mais consegui ler uma página de um livro inteira. Não sem, no meio de uma frase ou outra, me pegar divagando sobre você e o nosso último encontro.

Depois de você, as poesias se transformaram. Passei a entendê-las com um coração preenchido, não somente com uma alma sonhadora.

Quando cantei pra você aquela música que sempre me fazia pensar em nós dois, me senti como uma menina de novo, na frente da escola inteira, tendo que recitar um poema de cor.

E você sorriu.

Eu não tinha terminado de cantar. Não tinha nem chegado ao refrão.

E você sorriu.

Eu achava que sabia descrever todos os sentimentos. Naquele dia, soube que não.

Até que teve aquela noite.

A gente deitado, um de frente pro outro, tendo como luz apenas um raio de luar e como roupa apenas o lençol.

Estávamos calados há um tempo. Eu mexia displicentemente no seu cabelo, enquanto você me olhava com firmeza nos olhos.

E, então, você disse.

Três palavras.

Dois segundos.

Uma vida esperando por aquele momento.

Sabe felicidade?

Eu não sabia até ali.

Quando respondi, nós sorrimos juntos e nos abraçamos. Lembra?

Claro que sim.

Afinal, é como diz a nossa música, aquela que eu cantei pra você: “I’m yours and suddenly you’re mine. And It’s brighter than sunshine”.

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ju1.jpg Juliana Borel é aspirante a escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Seu blog procurasepoesia.blogspot.com.br é praticamente seu DNA.

Por aqui terminamos e começamos o ano viajando. Estávamos precisando descansar, curtir, conhecer pessoas e lugares. Passamos a virada do ano em Caraguatatuba. E entre sol, praia, piscina, gente animada e amigos vivemos os últimos dias de 2018.

Dia 2, bem cedinho, chegamos na terra da garoa pra ficar mais uma vez na casa dos nossos amigos, o Rafa e Mi, que já falamos aqui e aqui. A gente tinha apenas 5 dias e uma lista infinita com vários lugares para conhecer. Conseguimos visitar muitos apesar do recesso e das férias coletivas. Aproveitem as dicas!

Farol Santander (Banespão) + Café Torra Clara

Eu vivo com um olho no Rio de Janeiro e o outro no mundo. Daqui eu pesquiso e anoto todos os lugares que desejo conhecer. Quando percebo, estou com uma lista enorme e uma voz repetindo: viaja, viaja, viaja! Foi assim que parei em algum instagram que falava do Farol e pirei. Um prédio no centro da cidade, de 1940, inaugurado oficialmente em 1947, pois a obra levou 7 anos até ficar pronta. Inspirado no Empire State, o lugar é lindo, repleto de história e com uma vista de São Paulo de tirar o fôlego.

Pra entrar e visitar todos os andares pagamos R$ 20. Pista de skate (estava em obras), um café e algumas exposições acontecem no local. No dia da nossa visita destaque para: “Trem das 11 – Uma viagem pelo mundo de Adoniran”, que conta a história do sambista Adoniran Barbosa. Amei também uma sala com o trabalho do Vik Muniz. Vale entrar no site oficial para conferir a agenda de exposições, dias e horários.

Uma curiosidade: como o prédio abrigava um banco, podemos conhecer em detalhes como era a rotina de uma agencia nos anos 30/40. O ponto alto é o topo do prédio que sendo bem repetitiva conta com uma vista linda!

 

De lá fomos direto pro Café Torra Clara, na Oscar Freire. Esse eu namorava muito tempo pelo instagram (entra aqui). Sabe o que foi mais incrível: não é apenas um lugar fotogênico. Tem uma energia daquelas que eu amo, café (e chocolate) quentinho e o melhor waffle (de pão de queijo) que eu já comi em toda a minha vida. Ele é feito com queijo Canastra e para acompanhar escolhemos doce de leite (mas pode ser com requeijão, mel, manteiga, geleia ou nutella). Todos os dias eu lembro dele e sonho em voltar logo.

Pra beber eu pedi um chocolate quente (com cacau Belga) e o Edson um cappuccino. Como se não fosse suficiente, o atendimento foi impecável (pra quem viu no meu instagram: sigo querendo a amizade do Ricardo <3).

Sukiya + Japan House + Beijamim

No segundo dia resolvemos almoçar no Sukiya, fast food de comida japonesa que minha amiga resumiu muito bem: McDonald’s do Japão. rs Eu amei a comida e recomendo super. Eu pedi um The Gyudon Tradicional: carne fatiada e cozida com molho especial, acompanha arroz japonês, e o Edson pediu o dele com Shimeji, cogumelo na salsa e manteigaO combo dele acompanhava um frango frito bem saboroso.

Em seguida fomos conhecer a Japan House, centro cultural japonês, na Avenida Paulista. Lá é possível conhecer um pouco do Japão Contemporâneo. São três andares com atrações gratuitas voltadas à arte, gastronomia e tecnologia do país.

No dia da nossa visita chamou nossa atenção a exposição do designer japonês Kunihiko Morinaga: ANREALAGE – A LIGHT UN LIGHT. 

Uma curiosidade: o banheiro é bem tecnológico. Tipo muito mesmo. Isso rendeu boas gargalhadas.

Na volta bateu aquela fome e aí resolvemos entrar na Benjamin a Padaria. Notamos que são muitas espalhadas pela cidade. Particularmente achei o lugar bonito e indico o bolo de chocolate.

Padaria Artesanal + Benedito Calixto

No sábado eu, Edson, a Mi e o Rafa, queríamos um brunch. Foram muitas opções até decidir pela  Pão Padaria Artesanal Orgânica. Pena que ao chegar no local, em Vila Nova Conceição e dentro do Spa  SPA L’Occitane , descobrimos que era apenas café da manhã. Mas as delícias e o local bem bonito compensaram nossa frustração.

Depois eu e Edson seguimos nossa programação e fomos para a Benedito Calixto. A gente já conhecia e falamos dela aqui. Amamos a feira de antiguidades e também as lojas quem ficam no entorno. Aliás, tem muita coisa nova pra explorar.

Bixiga + Avenida Paulista

Eu amo uma velharia. E nem é pela moda. Quem me conhece mais tempo sabe que eu sempre amei garimpar coisas na Feira do Lavradio, aqui no Rio. Sempre que vamos pra São Paulo eu dou um jeito de passar pela Feira do Bixiga. Mesmo que você não compre nada o passeio vale muito. Sem contar no restaurantes tradicionais que ficam por ali. Fomos pela segunda vez na Cantina Conchetta e tivemos a companhia da nossa amiga Juliana. Eu e Edson temos um apego enorme ao Sr.Walter, que encanta todos com sua participação mais que especial na hora do almoço. Vale a visita! <3

Saindo de lá fomos encontrar alguns amigos (obrigada Diego, Letícia e Bruna <3) na Avenida Paulista. Domingo ela fica fechada e a galera se reúne para passear com a família, andar de bicicleta, patins e ouvir muita música. Eu amo aquele clima.

I Need Brechó

No último dia ainda deu tempo de visitar o brechó mais lindo que eu já fui até hoje. Sigo o I Need Brechó no instagram faz muito tempo. Eu fico louca vendo a decoração, os eventos e, claro, os looks. Sempre mando mensagem elogiando e sempre avisava que um dia ia conseguir visitar. Adiamos nossa volta pro Rio em um dia só pra conseguir ver de perto. E vou contar: valeu muito!

A curadoria é incrível e além de peças vintage garimpadas em vários lugares do mundo, lá você também encontra peças que estão atualmente nas vitrines de várias marcas.

A loja fica na parte de cima e tem um estúdio de tatuagem na parte de baixo. Os melhores dias para visitar são terças e quartas, quando chegam peças novinhas e as araras ficam repletas de coisas estilosas. Ah, dá pra comprar online também. <3

Agora aperta o play nesse vídeo, viaja com a gente e já anota seus favoritos na lista de coisas para fazer em SP.

Pra quem vivia reclamando que não tinha evento bacana no bairro… até que estou me saindo bem nas minhas buscas. Hoje vou contar de uma feira e um brechó do bem que fica no Retiro dos Artistas.

Feira Vésper

Brincos divertidos da Smelly Cat 

No último domingo (9) fui na Feira VésperA edição do evento aconteceu na Fábrica Nômade, na Freguesia.

Entre os expositores,  algumas marcas de roupas, acessórios, decoração e também brechós <3. Amei o lugar: descontraído, sem frescura, com torneiras de chope artesanal e muita comida gostosa como petiscos e hambúrguer.

Pra completar o clima, música, flash tatoo e ainda pude conhecer algumas marcas como: AltalucLagartoSmelly CatBrexixeSenhorita Borboleta, La Donna Rendada, Brechó das Mariasentre outras. 

Consegui garimpar uma saia, uma calça mom jeans (da Pier, quem lembra? rs) e um brinco mais minha cara impossível. Sigam as redes sociais (clica nos links que deixei acima) pois a previsão é que role outra edição em março.


Crédito: Edson Luiz

Serviço: 

Fabrica Nômade

Tenente Coronel Muniz Aragão, 104

Freguesia (Jacarepaguá)

Brechó do Retiro dos Artistas

Retiro dos Artistas – Foto: A Cara do Rio

O Retiro dos Artistas foi fundado em 1918. Atualmente no local vivem cerca de 52 Artistas  (de várias áreas) onde recebem tratamentos odontológicos, aula de hidroginástica, atendimento psicólogo, refeições diárias, entre outros serviços e atividades.

Eu sempre participei das festas juninas do local e foi assim que descobri o brechó que funciona por lá.  A renda do que é vendido é revertida para os idosos que vivem no lugar.  Dá para garimpar roupas, acessórios e até móveis.

Além de comprar, quem desejar também pode doar objetos ,em bom estado, para ajudar o Retiro. Comprei um kimono incrível que usei no evento que aconteceu no Copacabana Palace. Confesso que comprar e ajudar é a melhor experiência pra mim. Não deixem de visitar o lugar, que além de tudo, é lindo!

Crédito: Edson Luiz

Serviço:

Retiro dos Artistas

Rua Retiro dos Artistas, 571

Pechincha (Jacarepaguá)

Contato:  (21) 3327- 4591 ou (21) 3382- 3730

#Se você mora ou possui um negócio no bairro e quer que eu fale dele por aqui escreve no:contato@inspiraterapia.com.br

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