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meu estilo

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E se alguém me perguntar: qual é o seu estilo? Vou dar um sorriso e responder que não sei!

Acho, de verdade, que a gente pode/deve usar tudo aquilo que sentir vontade. Comigo funciona desse jeito. Só quando eu uso, consigo ter a real noção daquilo que gosto, ou não, em mim. Nesse sentido, a probabilidade de errar é maior, mas não vejo mais problema nisso.

Sem contar que a gente vai se transformando todos os dias. Um dia posso me amar de saia e acordar no dia seguinte sem conseguir me ver com uma.

Looks antigos

Pra mim, estilo é algo que a gente vai lapidando e segue a mesma direção da nossa vida. Ao menos é assim no meu caso. Hoje, aos 36, me sinto mais segura pra usar roupas que aos 16 jamais teria audácia. Rs

Atualmente as minhas roupas revelam sobre a minha personalidade, sobe o que eu gosto no momento, de como eu me enxergo. E era assim alguns anos atrás também.

Não temos que ter vergonha das nossas fases! O fato de estar construindo a nossa história de vida e ver isso, literalmente, no nosso corpo é incrível e pode ser leve e divertido.

Looks atuais

Eu mudo meu estilo todos os dias e isso me permite arriscar e experimentar o que estou com vontade naquele dia/ momento.  Já contei aqui sobre isso.

Nunca imaginei usar camisa gigante e com patches chamativos

E dentro desse cenário, tem vestido, saia, preto e tem cor. Muita cor. Algumas pessoas me perguntam como eu escolho as minhas roupas? Eu basicamente experimento tudo que vejo pela frente. Não me prendo a nada do que dizem sobre regras. Confesso que ter muitas opções facilita muito mais na hora de escolher o que quero usar. Claro que sempre  respeitando se eu me sinto confortável pra usar cada peça.

Dos desafios de sair da zona de conforto: Essa blusa por baixo do vestido jamais entraria no meu armário

Se eu pudesse dar uma dica seria: experimente tudo que você tem vontade! Somente dessa maneira vamos saber de fato o que combina com a gente.

Um dos looks que mais amei: saia midi com camisa + tênis e um turbante rosa
Vestido jeans, sim!
Sem mistério, mas com aquele toque de cor
Meu combo favorito: saia, camisa (do marido) e jaqueta jeans

 

Eu nunca vou usar isso, eu não fico bem com aquilo… Essas e outras frases sempre fizeram parte da minha vida. Por conta disso, o preto era meu melhor amigo.

Um dia resolvi experimentar coisas novas, fora da minha zona de conforto, para depois tirar conclusões sobre o que eu gostava ou não. E foi aí que tudo mudou. Parece que um novo mundo se abriu. E quem foi mesmo que disse que nunca iria usar batom colorido? Acho que jogo virou, não é mesmo?!

Minha dica pra vida: #sejogue. <3

Brinco: Miallegra
Anel: Juliana Manzini
Blusa: Renner
Saia: Presente
Sapato: Vizzano (comprado na Renner)
Batom: Roxoli Mate da Quem Disse Berenice


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Eu uso uma peça até ela, literalmente, acabar! Dou muito valor a cada roupa que existe na minha vida. Inclusive, vi que tinha muita coisa que não era mais meu estilo e ando separando todas para um possível “Bazar”. Mas e quando a gente quer repetir o look e não sabe como? Eu aposto nos acessórios. Sim, eles podem mudar tudo.

Aposte em bolsas com cores e modelos diferentes
Brincos sempre ajudam a mudar o look

Afinal, repetir roupa é algo natural e não devemos ter vergonha disso! Mudar os acessórios, o penteado e até a maquiagem, faz toda diferença.

Quer mais detalhes de como consigo fazer isso? Corre no @annadeiselopes e assiste o vídeo que publiquei na IGTV.

Vestido Renner e Colete do Brechó Danju
Esse look muda completamente se eu tirar o turbante, o salto, mudar a bolsa, a maquiagem e os brincos (corre pra IGTV pra ver).

 

O blog nasceu quando eu passava por um turbilhão de emoções. Ele foi, e ainda é, minha válvula de escape. O intuito sempre foi compartilhar.
Desde que comecei a mudar meu estilo (cabelo, maquiagem, roupas, acessórios… e meu comportamento) vejo que fiquei mais corajosa. Algumas inseguranças, medos e preconceitos foram ficando pra trás.
Não adianta negar que parte da minha vida eu seguia um padrão que era imposto. Eu não me perguntava se eu gostava de ser daquele jeito, de me vestir daquela forma, de usar o cabelo naquele estilo. Eu só seguia.
Reparei que toda vez que eu ia expor algo que não estava acostumada, eu me defendia antes. Isso tudo sem perceber. Não era proposital.

Ao mesmo tempo em que é libertador se aceitar e mudar o que não gostamos pelo simples fato de respeitar o que estamos sentindo, é assustador se expor. Recentemente eu estava na praia e me deu vontade de fazer fotos. (Insira nesse trecho uma música de superação. Eu de maiô, na praia e fazendo fotos com gente me olhando hahahaha). Eu queria postar uma dessas fotos. Fiquei pensando mil vezes, em várias coisas. Sabe qual foi a última coisa que passou pela minha cabeça: eu quero postar pois estou me amando. Mesmo não estando no meu peso ideal. Pra minha saúde, para a minha altura, pra minha nutricionista e, sem hipocrisia, pro meu gosto.

A gente fundamenta nossas escolhas com base no julgamento dos outros. Está errado. Muito errado!
Vou repetir como um mantra pra ver se você que está lendo se convence e aproveito pra repetir pra mim também: é incrível se inspirar em tudo a nossa volta, mas descobrir que o mais importante está em olhar pra dentro e encontrar quem é você e quem você quer ser é fundamental.
Não estou dizendo que é fácil, que sou um poço de autoconfiança todos os dias, que não me olho no espelho apontando defeitos. É uma eterna contradição. Só estou tentando dizer, pra mim e pra você, que a gente precisa ser menos corpo e mais alma.

Quantas vezes você deixou fazer algo que queria pensando nos outros e nos julgamentos? Um dia você faz piada do seu corpo e no outro está achando ele lindo como é. Quem disse que ia ser fácil?

Desde que comecei a mudar meu estilo (cabelo, maquiagem, roupas, acessórios… e meu comportamento) me pergunto: onde eu me encaixo? A gente tem essa mania de tentar se sentir parecido com alguém. Mas será que é preciso?

Claro que é incrível se inspirar em tudo a nossa volta, mas descobri que o mais importante está em olhar pra dentro e encontrar quem é você e quem você quer ser.

Desde então me sinto mais livre pra escolher tudo. Desde roupas até as decisões sobre a vida. Sem pressão e comparações. É uma luta diária e não é fácil, porém libertador.

Baixinha não pode isso, peituda não pode aquilo… Você precisa comprar sua casa antes de ter filho, precisa curtir seu casamento… Regras! Rasgue todo esse modelo imposto e faz o seguinte: olhe pra dentro e se encontre. É lindo. Alguns vão amar e outros odiar, mas quem disse que a gente precisa de aprovação pra ser FELIZ?<3

Podemos ser e fazer o que a gente quiser!

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Pelas regras eu não poderia usar esse vestido. 🙁 Vou usar com e sem salto, com bolsa de festa… 😉

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Esse post é uma reflexão. Por aqui, nada de verdades absolutas, nada de impor regras. O que é bom e bonito pra mim, pode não ser pra você e vice-versa. Tudo bem ser assim! 🙂

Faz algum tempo que eu falo sobre isso. A ideia aqui não é influenciar ninguém a fazer o que não quer. Pelo contrário! É oferecer opções para que tenhamos ESCOLHAS.

Se eu tivesse opção no passado, não teria demorado tanto tempo pra me (re)encontrar. Estou falando de cabelo crespo, de consciência sobre de onde eu vim, sobre sofrer preconceito, racismo, sobre não se ver ao entrar em lugares específicos, não se achar bonita o suficiente, não se enquadrar nos padrões e por ai vai… Falo também do cuidado que temos que ter ao julgar pessoas que querem mudar seu cabelo e as que não querem, ou ao julgar seu estilo e suas vidas.

Antes de cortar meu cabelo, li muito os blogs de várias meninas. Isso e outras coisas me fizeram QUERER mudar e tentar me ver como eu era antes dos alisamentos e afins. É por isso que eu digo que ter referências é importante para as nossas escolhas.

Volto a repetir que se um dia eu quiser mudar novamente meu cabelo, meu estilo, tenho esse direito. Assim como muitas de nós não querem deixar o cabelo natural por se sentirem bem e felizes com seus cabelos como estão. Temos apenas que respeitar.

A questão pra mim é não bater o martelo sobre uma verdade absoluta em nada nessa vida, muito menos quando o assunto é cabelo, corpo, estilo de vida etc.

Voltando a falar de referências: fui ao evento ENCRESPA GERAL (que – resumindo bastante – é um projeto de ação social que promove eventos que celebram a inspiração e valorização do uso do cabelo natural (cabelo crespo, cacheado, ondulado) como forma de autoconhecimento e reencontro das raízes. Marília Gabriela, minha fada, que cortou e transformou meu cabelo, já havia me convidado diversas vezes e eu finalmente consegui ir.

Mais do que empoderar, o evento valoriza a diversidade racial, nos propõe questionamentos e reflexões incríveis.

Assisti uma palestra e ouvi depoimentos que me fizeram refletir sobre tanta coisa. Me sinto privilegiada de poder ouvir tantas histórias e poder responder internamente a tantas questões que não conseguia antes.

Esse assunto foi tema de uma conversa incrível que tive na sexta com a Ana Soares, do Hoje Vou Assim Off, com a Ju, amiga e colunista do blog, e com a Camila Faria, do Não Me Mande Flores. Entre outras coisas que falamos, uma delas foi como ainda em 2015 as pessoas podem ser preconceituosas com cor da pele, pessoas de outros estados, pessoas com sobrepeso etc. A Ana, aliás, cedeu seu blog para um post maravilhoso sobre pluralidade que todo mundo deveria ler aqui.

“A questão não é impor um estilo. Apenas fornecer inspiração e informações para quem se interessa pelo tema, para que cientes possam fazer suas escolhas” , assim está descrito no site Encrespa e é assim que eu acredito ser coerente com o que penso.

Nota mental: falo muito aqui de cabelo crespo, pois é minha realidade e algo que eu tenho mais propriedade para falar. Mas o tema poderia ser o preconceito regional, gordofobia etc. A gente precisa cutucar a ferida e fazer de alguma forma as coisas mudarem… pra melhor. <3

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Quando eu contei no instagram que em 2019, precisamente a partir de março, eu iria ficar um ano sem comprar roupas recebi alguns comentários. A maioria era me contando como era difícil. Ainda estou no começo dessa história e posso dizer que até o momento não sofri pela escolha que fiz.  

Parte dessa decisão tem ligação direta com as coisas que estão acontecendo dentro de mim. A outra é por estar me informando mais sobre o tema e tentando fazer minha parte sobre o que eu acho certo e justo. 

Tenho muitas questões. Zero respostas definitivas. Não quero incentivar ninguém e muito menos pagar de hipócrita. Vou fazer uma lista de coisas que me fizeram pensar e tomar essa decisão.

  1. Eu estou um pouco confusa com meu armário
  2. Eu odeio (e sinto culpa) ler que comprei roupas com o trabalho de mão de obra escrava 
  3. Eu quero vender/doar/trocar várias coisas e nunca sei a melhor maneira de fazer
  4. Minha relação com coisas está mudando MUITO
  5. Não quero que pensem que eu nunca mais vou comprar em fast fashion, pois eu realmente não sei. De fato pra começar eu quero diminuir 
  6. Eu ainda entro nas lojas e provo coisas mesmo sem levar pra casa. Ainda compro presentes, ou seja, não sou uma farsa se você me ver numa loja de roupas, ok?!

As marcas do meu <3 atualmente:

Minha relação com duas marcas em especial começou por conta do blog. A Izola vocês já sabem que eu amo e sou fã do trabalho da Marina. Uma mulher sensacional que trabalha e luta muito pra manter seu negócio ativo.
Calça da Izola

Mudi é outra queridinha por aqui. Eu amo ver os desenhos da Louise ganharem forma e se transformarem em peças lindas e com estilo.

Macaquinho da Mudi

Outros lugares para comprar que pretendo continuar são os brechós. Eu destaco o I Need Brechó, em São Paulo. Esse lugar é pra quem ainda tem preconceitos bobos. Lá é um brechó com cara de loja. Peças garimpadas em vários lugares do mundo e onde você até encontra peças da estação.

Mom Jeans do I Need Brechó

Quando a gente sabe um pouco mais do trabalho por trás de todo o processo faz mais sentido investir nas peças. Sua cabeça começa a pensar no que existe além da roupa em si: funcionários, luz, aluguel e milhões de outras desafios pra conta fechar. Tô animada para essa revolução.  

No Brasil fica mais complicado usar as tendências de acordo com as mudanças da estação. Mas nem por isso precisamos perder nosso estilo.

O post de hoje foi um pedido de uma leitora do blog. Confira abaixo minhas dicas de moda para o Outono/Inverno. <3

XADREZ: não é novidade, pois o xadrez sempre aparece como tendência da estação. Minha dica é pra você tirar do armário essa peça usando com outras menos óbvias.

Agora se você quer investir nessa tendência aposte em cores diferentes como a combinação de mostarda com preto.

Xadrez na Renner

BLAZER: demorei muito tempo pra encontrar um blazer que fosse a minha cara e que vestisse bem. Agora tenho dois prontinhos pra usar. Eu acho que é o tipo de roupa que você compra pra vestir a vida toda e em todas as estações do ano.

Não tenha medo de usar. Teste com tudo até se sentir feliz!

Blazer preto é sempre uma peça atemporal

CORES: eu amo bordô, vinho, pink, vermelho e, claro, o preto. São exemplos de cores que eu apostaria para essa estação.

JEANS + CAMISA: tipo de combinação perfeita e que todo mundo acha no armário. A dica aqui é usar a camisa de uma forma diferente pra criar aquele look estiloso. Pode ser com uma amarração ou metade para dentro da calça e a outra metade pra fora, por exemplo.

Use a criatividade para usar camisa social

VESTIDO + CASACO + TÊNIS: esse trio é muito amor e além de tudo é super confortável. Aposto que se você procurar no armário com carinho consegue repetir a proposta com sucesso.

Meu trio favorito: Vestido + Casaco + tênis

Créditos imagens: Pinterest, Pantone e Edson Luiz

A segunda parte da minha viagem foi pra finalmente conhecer meu sobrinho. Minha irmã, Renata, mora em Empoli, na Toscana, um dos lugares mais lindos que já vi na vida.

Assim que cheguei ao aeroporto reencontrei ela, meu cunhado e fiquei louca pelo Alex (Alexsandro). Gente, que criança linda! E não estou apenas sendo tia babona. <3

Como já havia ido pra Itália em 2013, sabia que queria revisitar alguns lugares. Meu roteiro foi menor de propósito, pois a ideia era curtir a família.

Toscana

Dia 1: Chegamos na casa da minha irmã, larguei as malas e já fomos para Firenze. Eu amo esse lugar e o primeiro local escolhido foi a Ponte Vecchio, a mais antiga da cidade. Andamos por ela admirando o Rio Arno, as joalherias, pessoas sentadas, comendo, conversando e, claro, tirando fotos.

Finalmente voltei para rever a Ponte Vecchio

Seguimos nosso passeio pelas ruas próximas que são cheias de lojas, restaurantes e cafés. Chegamos na frente da Duomo di Firenze (Catedral de Santa Maria del Fiore) e eu sempre fico impactada com a beleza dessa igreja. Alguns suspiros depois fomos até a Piazza della Signoria, uma galeria de arte ao ar livre com muitas estátuas como a cópia de David, de Michelangelo.

Depois de entrar em todas as lojas que vimos pela frente, paramos na Piazza dela Repubblica. Lá fica o Carrossel mais famoso da cidade. Em seguida paramos no Eataly, que é simplesmente o maior centro enogastronômico do mundo. Imagina a minha cara olhando para pastas, azeites, queijos, vinhos, pães e mais um monte de coisa maravilhosa. Além de vender produtos artesanais vindos de toda a Itália, lá temos por exemplo, uma cafeteria e um restaurante.

Dica: pra mim é um dos melhores lugares pra comprar coisas pra trazer pra casa. Garantia de qualidade e muita coisa com preços incríveis!

O famoso Carrossel
Firenze

Dias 2 e 3: Fiquei em Empoli mesmo. Andei pelas ruas, entrei nas lojinhas e tomei finalmente um Gelato. O Armando, cunhado da minha irmã, estuda turismo e me levou ao Museu de Vidro, que conta sobre a produção de vidros, uma das principais características do lugar . Depois fomos ao Museo della Collegiata di Sant’Andrea que abriga uma coleção de obras de artistas como Filippo Lippi, Masolino da Panicale,Antonio Rossellino, entre outros.

Empoli
Eu, Renata, Armando e Alex (Não é lindo demais?)

Milano

Dia 4: Na terça, eu, minha irmã, Alex e Armando fomos para Milão. Foi minha primeira vez por lá e a gente tinha menos de 24 horas para aproveitar o que desse. Consegui rever a Gabh (minha sobrinha com uma história longa e por não ser minha e envolver a vida de outras pessoas, não me sinto à vontade em dar detalhes <3).

Assim que chegamos, deixamos as malas no hotel e paramos para almoçar no Mercato Con Cocina. As opções eram peixes e massas feitos na hora, além de um bufê vegetariano e uma estação de doces.  Eu super indico esse lugar. Estava tudo maravilhoso e achei os preços ok.

Mercato Con Cocina

Em seguida fomos andando até  Duomo de Milano, uma catedral católica romana em estilo gótico. Linda, imensa e absurdamente imponente. Compramos ingressos que dá direito a subir ao topo ,da parte externa, e a uma visita na parte interna (que deixamos para a parte da manhã do dia seguinte antes de voltarmos para Empoli). Que vista, que experiência!

Depois fomos ao La Rinascente, conhecido por abrigar marcas famosas como: Kenzo, Gucci, Dolce & Gabbana, e outras. A gente foi subindo pelo andares olhando tudo até chegar ao topo no Restaurante Maio. Foi uma das melhores experiências dessa visita. Ficamos na varanda aberta e a vista do restaurante é para Duomo, o clima super agradável e a comida gostosa e com preço justo. A decoração e as diversas opções de vinhos valem atenção especial. Coloque esse lugar na sua lista! Mesmo!

Em seguida visitamos a Galleria Vittorio Emanuele II. Restaurantes, cafés e lojas de moda como Prada podem ser vistas por lá. A grande curiosidade pra mim foi passar por uma imagem de touro no chão. Me falaram pra colocar o calcanhar do pé direito nos testículos do animal e dar voltas inteiras pois daria sorte! Claro que fiz.  Depois uma amiga me contou que fazendo esse movimento na verdade estamos pedindo fertilidade. Superstição ou não, vale o que você achar melhor. 🙂

Fonte nas ruas de Milão
Duomo de Milano
Restaurante Maio

Pra terminar o dia andamos mais um pouco e chegamos ao Castelo Sforzesco, construído na época em que reinava a família Visconti. Parece que com o tempo ele passou por várias transformações, mas garanto que continua lindo. Não chegamos a entrar no Castelo, ficamos pelo jardim, e ao chegar ao final uma surpresa: encontramos um Parque de diversões e foi incrível terminar o nosso dia por ali.

Dia 5: Acordamos cedo, tomamos café no hotel e voltamos pra Duomo. Visitamos a parte interna da igreja nesse dia e ficamos passeando pelo entorno. Por coincidência estava rolando a Milan Fashion Week (Semana de moda de Milano) e vimos muitas pessoas indo para um dos mais badalados eventos de moda. Logo em seguida paramos para almoçar e eu escolhi provar o tradicional risoto alla milanese. Depois já era hora de voltar para Empoli.

Risoto alla milanese

Dia 6: De volta a Empoli, foi dia de ir até Prato. Rodamos um centro de compras chamado Giglie, com lojas como Zara, Primark, OVS, e outras. Em seguida fomos almoçar na casa do amigo da Renata regado a queijos, salames e batatas da Calábria.

Dia 7: Oficialmente foi meu último dia, pois no dia seguinte teria que estar muito cedo no aeroporto. Resolvi então andar sozinha por Firenze. Caminhei sem rumo por todos os lugares que me deu vontade. Já disse e repito que foi libertador ganhar essa confiança de andar sozinha em outro país. Passei por uma rua onde só haviam as marcas mais badaladas do mundo como Prada e Valentino. Passei na porta da Boutique Nadini, um brechó super chique. Queria entrar pra conhecer, mas estava fechado. Almocei e voltei pra casa da minha irmã já bem tarde.

Se eu pudesse resumir essa viagem em uma palavra seria: superação. Foi muito foda poder me sentir livre, capaz, viva. Sei muito bem do privilégio que foi poder realizar isso e só agradeço. Mesmo na volta tendo passado um perrengue por terem perdido TODAS as minhas malas. Fiquei em choque, depois me “conformei” e no final elas apareceram kkkk. Se não for pra ter emoção, não seria a minha vida. 

Look mais minha cara impossível na Primark
Pasta maravilhosa que minha irmã fez <3
Itália, eu te amo Foto: Armando Siesto

Dicas Extras: 

Diferente da Holanda, o Wifi pelas ruas da Itália não era bom. Descobri apenas um ponto na Ponte Vecchio em que ele pegava muito bem. Nem nos restaurantes funcionavam direito.

O controle dos bilhetes dos transportes continua muito exigente.  Agora além de ficar com o seu bilhete em mãos para a qualquer momento mostrar que você comprou sua passagem, você precisa validar eles numa máquina antes de entrar no trem. Vale ficar atento! 

Além de indicar o Eataly como um lugar bem legal de trazer coisas locais pra casa, indico também uma rede de supermercados chamada Coop.

Agora aperta o play pra viajar comigo pela Toscana e por Milão.

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