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agosto 2015

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Achados (Desejos) da Semana

Achados 3

1- Cesta de Piquenique: Uma cesta de piquenique sempre esteve nos meus planos. Desejando essa é da Imaginarium.

2- Suqueira: Minha lista de piquenique está grande, né? Essa suqueira, linda, também é da Imaginarium.

3- Bolsa: Ando a louca das bolsas (mini). Essa azul do site Superfluous é linda. Vi em um post da Juliana Goes (que ando viciada!) e entrou pra listinha. Combina mais com um look noite, né?!

4- Bolsa: Amo bolsas enormes e que cabem uma vida, mas quem resiste a uma mini? Essa é da Renner e é quase impossível não querer uma de cada.

Andei te visitando

Leio, escondido, seus textos. Desculpa.

Quando vejo que está muito tempo sem aparecer nas redes sociais, visito seu blog como uma espiã sem más-intenções, apenas segundas. Com o coração palpitando e as mãos trêmulas, deslizo a barra lateral, percorrendo os olhos sobre seus mais secretos desejos.

Aliás, desculpa não. Essa foi a única maneira que encontrei de saber de você desde que paramos de nos ver. O seu despretensioso “a gente se fala” foi uma mentira suave para me manter a uma distância segura, eu sei. Tudo bem, também não tinha pretensão de voltar a falar com você. O que não diminuiu a vontade de saber de você, como vai sua vida, já está namorando?

Sei da tua alma tanto quanto derrama dela nas tuas poesias. Às vezes melancólicas impregnadas de solidão, às vezes, para meu desespero, eufóricas plenas de paixão. Inconstantes.

Sim, leio seus textos com um certo nervosismo infantil, como se você pudesse descobrir, a qualquer palavra desnudada, que estou ali, no teu espaço. Me fartando do que te falta, me afogando no que te sobra, tentando agarrar pelas beiradas algum pensamento, qualquer um que seja, sobre mim.

Nunca consegui. Nunca encontrei nenhum resquício de mim nas tuas palavras. Nem um cheiro, nem um suspiro, nem um rasgo daquele sorriso nervoso que só você arrancava de mim. Fico me perguntando onde você me guardou. Se guardou. Guardou?

Andei lendo uns textos esses dias. Você tem falado muito nessa garota. Do cabelo dela, da pele dela, do beijo dela. Cada linha sua sobre ela são duas batidas descompassadas dentro de mim.

Preciso parar de te ler. Sei disso. Vai acontecer um dia.

Mas não hoje. Tudo bem? Desculpa.

Aliás, desculpa não.

Andei te visitando - iamgem2

ju.jpgJuliana Borel é aspirante a escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Seu blog procurasepoesia.blogspot.com.br é praticamente seu DNA.

Gente que te inspira (mesmo sem saber)

Se alguém me perguntasse o motivo de ter criado um blog eu não teria a menor dúvida ao responder. Criei o blog como autoafirmação. Foi a maneira que eu encontrei de ter um reencontro comigo mesma. Funciona mais como diário/terapia do que qualquer outra coisa.

O look do dia nada mais é do que eu tentando me encontrar nesse mundo cheio de possibilidades para além do preto que por tantos anos foi minha cor favorita pra não “errar”.

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As receitas traduzem meu movimento de tentar fazer algo que antes era impraticável.

A decoração, as cores e as fotos são o meu mundo visto de maneira mais leve e sem cobranças.

Nessa caminhada rumo ao autoconhecimento teve um momento muito marcante, o corte do meu cabelo. Já disse que não gosto de levantar bandeiras. Acho que cada um deve ser feliz como achar melhor, mas não posso negar que ter referências e inspirações me fizeram ter um leque de opções jamais vistas por mim. A página das Meninas Black Power foi sem dúvida um divisor de águas. Foi lá que eu comecei a ver os vários tipos de cabelos crespos, foi lá que eu pedi ajuda para encontrar alguém que pudesse cortar o meu cabelo e me indicaram a Marília Gabriela e é lá que eu vivo me inspirando. Se reconhecer, de alguma forma, ao olhar pro lado faz um bem danado.

Que bom que hoje eu vejo muitas “Annas” nas ruas, nas revistas, na TV… <3

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Sobre o melhor da vida

O melhor da vida não são as coisas e sim as pessoas. Frase batida, mas com alto teor de verdade. Nossos dias em São Paulo foram maravilhosos pois estávamos com pessoas que nos fazem/querem bem. Gente que abriu a casa, mudou agenda, acordou cedo e alterou toda a rotina pra nos receber. Isso não tem preço e não tem agradecimento que compense tamanho carinho.

No nosso último dia na cidade, fomos tomar café da manhã na Padoca do Maní. Eu queria muito conhecer o lugar. A decoração bonita, simples e sem frescura, me deu uma vontade infinita de morar por lá; o atendimento simpático e, o principal, o delicioso café da manhã valeu cada minuto de espera (mais ou menos 30 min). Eu e o marido pedimos o café Padoca (cesta de pães, geleia ou mel, manteiga, requeijão, ovos mexidos, suco, pingado ou expresso e salada de frutas com iogurte e granola) e completamos com mais um expresso e um bolo chamado segredo (um dos melhores que já comi na vida. Chocolate com brigadeiro, preciso falar mais alguma coisa? <3 ).

Nossos amigos, Rafa e Mi, pediram mais um expresso e um pão de queijo. Dessa forma, conseguimos dividir entre os casais. Queria que tivesse um aqui no Rio. Tudo impecável e muito gostoso.

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Como era meu último dia, não quis arriscar e mudei os planos que tinha feito para o dia. Fomos a uma feira no MASP e ficamos pela Avenida Paulista até dar a hora de voltar pro Rio. Foi uma viagem incrível de apenas 3 dias, mas que deu para curtir bastante o marido e os amigos.

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