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junho 2015

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Achados (Desejos) da Semana

Achados

Separei minha lista de achados da semana. Vem ver! 🙂

1- Tênis: A Nike sempre lança coisas maravilhosas, né! Não sou apaixonada por tênis, mas virou uma necessidade, pois além do Pilates, quero voltar a usar a academia do prédio pra fazer esteira, bicicleta e também fazer caminhadas algumas vezes. Desde que vi um post no Maionese não consigo tirar o modelo da cabeça. Lindo! O grande problema é o preço. #soupaodura

2- Superga: Já falei dele aqui. Na semana que passou uma amiga (Paulline) me marcou em um post que dizia que ele estava sendo vendido por R$60,00. Achei maravilhoso, fiquei louca pela cor, e só não comprei pois seria uma compra no impulso e estou super controlada com os gastos.

3- Caneca: Meu amor por elas é infinito. Eu prometi que não ia mais comprar até conseguir colocar todas as canecas que temos no espaço que pensei pra elas. Mas essa da Anthropologie é simplesmente a minha favorita de todos os tempos. Assim que tiver a chance vou comprar. <3

Bota no pé

Eu nunca fui fã de botas. As únicas que eu conseguia usar eram as de cano alto (sempre sendo sacaneada por não resistir a uma chuvinha aqui no Rio). Mas de um tempo pra cá elas viraram febre e eu me rendi. Fiquei um pouco surpresa quando fui olhar na sapateira e encontrei quatro botas e uma galocha.

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A galocha foi minha companheira na última viagem e nunca mais foi usada, que eu me lembre.Tenho apego por ela, que foi comprada anos atrás em um brechó, e estou certa que em um próximo destino ela vai me acompanhar. As outras eu tenho usado bastante, com exceção da preta (de cano alto).

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No começo era esquisito pra mim. Não estava mesmo acostumada a usar, mas agora acho que perdi o medo e arrisco bastante. As pernas curtas não foram um problema, o meu maior desafio foi usar com alguma coisa diferente de legging ou calça jeans, ou seja, com saias, shorts e vestidos.

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Eu nunca vou usar a tal da over the knee (botas de cano SUPER alto, na altura do joelhos) por motivos óbvios se é que me entendem. rsrsrs Então acho que minhas opções estão boas, né?!

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Quem disse?

O Dia dos Namorados é uma data comercial, né! Mas quer saber, algumas datas comerciais fazem um bem danado pra humanidade!

O fato é que ninguém precisa comprar e dar presentes pra demonstrar o amor que sente pelo outro, mas que foi bonito de ver um monte de gente se declarando nas redes sociais, isso foi.

Por aqui, eu recebi presentes super úteis do marido. Minha base gringa acabou e eu, como boa pão dura que sou, estava esperando a próxima viagem pra comprar. rs Mas como sobreviver sem base até lá? Entra em cena um super marido, que andou lendo meu blog e comprou uma base e um batom mate veludo da Quem disse, Berenice? que ganharam meu <3.

Eu gosto muito da marca. Acho o nome sensacional, as embalagens fofas e o preço super justo.

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O que poderia ter sido

“Em todo amor há pelo menos dois seres, cada qual a grande incógnita na equação do outro. É isso que faz o amor parecer um capricho do destino – aquele futuro estranho e misterioso, impossível de ser descrito antecipadamente, que deve ser realizado ou protelado, acelerado ou interrompido. Amar significa abrir-se ao destino, a mais sublime de todas as condições humanas, em que o medo se funde ao regozijo num amálgama irreversível. Abrir-se ao destino significa, em última instância, admitir a liberdade no ser: aquela liberdade que se incorpora no outro.”

Amor Líquido – Zygmunt Bauman

Dentro de um quarto

Pra ler ouvindo: You will always be free | Noora Noor

Não entendi o por quê. A gente tinha estabelecido aquela relação de comum acordo. Duas pessoas, dois corpos, duas vidas. Não fizemos promessas. Você nunca me deu essa chance, sempre tão sincero desde o início. Sempre falando daquela garota; aquela que você fazia questão de repetir que já não amava, mas estava com frequência no meio dos seus, dos nossos, assuntos.

Então, éramos amigos que transavam. Pra mim, um tipo completamente novo de relação. Eu me mantinha fechada sobre meu passado, minhas histórias e o que tinha me levado até você. Quando estava ali com você, numa mesa de bar, numa boate escura ou na cama do motel, estava ali com você.

Por isso, não consigo entender o por quê. Por que você fez aquela cena de ciúmes outro dia. Ou por que você começou a me bombardear de perguntas quando me viu com outro cara.

Não somos duas pessoas procurando a mesma coisa? Não estamos os dois em busca de alguém que possa nos amar como nós mesmos podemos amar? Não foi você que me disse, antes de contar que estava saindo com outra garota, que somos livres?

You will always be free… diz a música daquela cantora negra que você me mandou numa tarde modorrenta de trabalho.

Agora entendo o que você queria dizer quando brincava comigo; quando dizia que a gente era de mundos diferentes; quando dizia que eu era uma garotinha boba e rica da ZS e que você era o malandro da ZN, artista, criativo.

Sim, somos de mundos diferentes. Ainda que eu não saiba exatamente que mundo é o meu e você pareça tão seguro do seu. Nada a ver com nossas origens ou endereços nos comprovantes de residência. Somos de mundos diferentes, principalmente, porque não fizemos questão de juntá-los.

Parece triste, não parece? Me sinto triste.

E mesmo agora, quando a sanidade me deixa pensar com discernimento sobre a gente, não posso negar, houve beleza. Entre discussões e desentendimentos, houve beleza entre nós. Como quando dançamos juntos naquela rua estreita do centro do Rio, sob a luz da lua, entre boêmios, solitários e perdidos; ou como quando você me roubou um primeiro beijo, cheio de possibilidades.

Sim, existiu beleza. E, quem sabe, poderia ter existido amor.

Mas preferimos que houvesse apenas duas pessoas, duas vidas e dois corpos. Interligados somente pelo prazer que podiam dividir dentro de um quarto.

amor-liquido

ju.jpgJuliana Borel é aspirante a escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Seu blog procurasepoesia.blogspot.com.br é praticamente seu DNA.

O Dia que o meu blog fez um ano e eu, claro, esqueci de postar

Eu vivo repetindo que criei um blog para me divertir, colocar pra “jogo” as coisas que me inspiram. Meus devaneios sobre moda, beleza, decoração, viagens… Enfim, sobre a vida. E, de verdade, esse sempre foi meu foco principal.

Eu acho maravilhoso quando alguém chega pra mim e diz que amou o post tal, acho o máximo cada curtida que recebo nos meus textos ou nos da Ju (Juliana Borel). Eu não entendo de moda, eu a sinto e me jogo. Eu não entendo nada de decoração, eu só amo.

Por isso, cada dia que passa, eu tenho menos vergonha de expor tudo nesse espaço. Sobre as fotos de look, eu ainda tenho vergonha, por isso a maioria é feita dentro de casa. hahaha

Eu acho incrível essa sensação boa que me dá toda vez que vejo uma foto ou leio um texto, por exemplo. E eu quero passar isso pra quem quiser continuar por aqui. Um exemplo do que eu estou falando aconteceu em 2013, quando eu viajei para a Itália e ao e bater perna por lá, vi um restaurante que estava longe de ser um 5 estrelas, mas era a coisa mais linda que eu vi naquele dia. Quando olhei para a cerca, sim uma cerca, vi luzinhas coloridas molhadas da chuva que caia. Não pensei duas vezes e pedi para o Edson (marido) tirar uma foto. E essa foto é o símbolo do blog, minha foto de capa de facebook e foi parar em um porta retrato aqui de casa. Ela representa um pouco das coisas que me inspiram. Pequenas coisas, eu sei.

Esse texto todo foi pra falar que por aqui vai ter sempre muita simplicidade, muita verdade, por mais tosca que possa parecer, zero cobranças por posts e mesmo que não tenha um comentário ou uma curtida, vai sempre ser um espaço motivador. Pra mim e para quem quiser acompanhar. 🙂 Aqui eu posso brigar contra a minha vergonha, “ousar” no meu modo de vestir, rir, desabafar, ser fútil quando eu quiser e fingir que não ligo para o que as pessoas pensam. Obrigada por gostarem desse espaço e eu espero que inspire um pouquinho vocês. A propósito, o blog fez um ano no dia 29. <3

A imagem que me faz tão bem. Inspiração para uma vida inteira.
A imagem que me faz tão bem. Inspiração para uma vida inteira.
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