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Achados (Desejos) da semana – versão aniversário

Meu aniversário está chegando (8 de novembro batendo na porta mais vez). Gente, eu fico animada e emocionada na mesma proporção.

Vou comemorar muito ouvindo e cantando #pagodeanos90. <3 Pra não perder a tradição faço uma lista de desejos especial. Claro que continuo jogando aquele verde pro marido. 😉

Quem segue o blog sabe que essas listas servem também como termômetro pra saber o que eu quero de verdade ou o que é apenas fogo de palha.

1 – Caneca de flamingo. Eu sempre repito que não vou mais comprar canecas pra minha coleção. Até ver alguma que me deixe completamente louca de amor. Essa de flamingo é da Imaginarium

2 – Não estou sabendo lidar com esse porta-jóias desde que vi no @posteiachados. Tem alce, unicórnio… Tudo isso em uma lojinha na Rua da Alfândega, 330, no Centro do Rio de Janeiro. Nas minhas buscas pela internet achei no Hello Chic também.

3 – No meu aniversário de 2015 na minha lista tinha um turbante. Eu dizia que não sabia se teria coragem de usar. O resto da história vocês já sabem. <3 A dúvida do ano: colocar ou não um piercing no nariz. Está velha? Não combina com você? Será?

4 – A bolsa mais linda da vida. Desde que vi no instagram não paro de sonhar. Pena que por aqui custa os dois olhos da minha cara. Rs

5 – Uma palavra, em forma de colar, repleta de significados e com muito valor afetivo. É assim que a Mayara Leão descreve sua peça.  Suspiros por aqui. Feito  à mão e sob encomenda. Mais amor impossível!

InspiraTerapia por aí

Reinauguração da The Body Shop, no Botafogo Praia Shopping

Terça-feira (19) a musa Carla Lemos, do Modices, convidou um grupo incrível para reinauguração da The Body Shop, no 1º piso, do Botafogo Praia Shopping.

Apesar de ouvir falar que a marca é incrível, nunca tinha usado os produtos. Amei saber que por trás de cada um deles existem projetos e ações especiais. A The Body Shop incentiva, por exemplo, o comércio justo nas comunidades, financia projetos em prol de direitos humanos, animais e do meio ambiente e não testa seus produtos em animais.

Na loja, de Botafogo, é possível encontrar produtos para o corpo, rosto, além de acessórios como nécessaires e esponjas especiais.

Fiquei caidinha pelos sabonetes em barra. Comprei um de amora para experimentar. O cheiro é simplesmente maravilhoso! Ganhei da marca o shower gel Blueberry e um creme para as mãos de amêndoas.

Durante o evento foi possível assinar a petição contra testes em animais. Não deixem de ajudar também acessando aqui.

Quero fazer um agradecimento mais que especial para a Carla Lemos, a Index Assessoria e aos fotógrafos Camila Neves e Vitor Fernandes, pelos cliques.

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Fotos: Camila Neves e Vitor Fernandes

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Foto: Edson Luiz (Baião de Tr3s Produções)

<3 <3 <3

Inauguração Jacques e Janine, no Barra Shopping

Na quarta (20), a querida Nina Kauffmamn me convidou para a inauguração do luxuoso salão concept Jacques e Janine, no Barra Shopping.  O salão, que possui 400m², é o maior do shopping. Pelo que pude ver são dois andares. Chama atenção o lavatório, que serve como um spa com cromoterapia e massagem para os cabelos.

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Fotos: Vera Donato

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Foto: Edson Luiz (Baião de Tr3s Produções)

<3 <3 <3

Casa Sephora

No domingo (24) fui com a Nanda Nunes conhecer a Casa Sephora. O lugar é simplesmente maravilhoso e com uma vista de tirar o folego. A ideia do evento era promover um esquenta antes dos shows do Rock in Rio. Pra completar o dia lindo que fazia, fomos maquiadas pela super Gloria Y Gubaú.

Entre todos os produtos de pirar a cabeça, destaco a máscara de cílios Monsieur Big, da Lancôme. Nunca usei nada mais maravilhoso. Assim que conseguir um tempinho farei um post sobre ela.

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Tsurus

O azul do céu e o azul do mar. É isso que aparece quando penso em você.

Gosto de fechar os olhos e voltar pra pedra do arpoador. A gente olhando toda a imensidão, esperando um pôr do sol que não viria, já que o céu tinha preferido ficar cinza naquela tarde. As matizes azuis envolvendo a praia, o morro dois irmãos, meu espírito. O cheiro de sal, que eu tanto amo, e a brisa gelada batendo na gente, contrastando com meu coração, tão aquecido.

Gosto de voltar a ouvir as ondas batendo na pedra, quando lembro de você. De observar os pescadores lá embaixo, jogando redes e anzóis, enquanto sinto seus olhos sobre mim, sorrindo.

Tivemos tão pouco tempo, todo tempo do mundo.

Tempo de deixar a praia vermelha mergulhar na gente e o céu escuro embriagar meus olhos. Olhos de maresia, castanhos, seduzindo você a banhar os pés.

Tempo de visitar a Lapa e nos perdermos em carinhos no meio da avenida, entre carros, buzinas e pessoas dançando. De acordar com o coração aos pulos, com a promessa da tarde que viria.

Nós dois. Pelas ruelas do Rio (o encontro dos rios), de mãos dadas. O sorriso e a vontade crescendo. O medo indo embora.

Todo tempo do mundo.

Para ser minha sendo sua. Deixar você descer o zíper do meu vestido, enquanto minha respiração acelera no teu ouvido e no teu corpo.

E depois, cansada, dormir no teu peito.

Para passear por Santa Teresa e navegar pelas curvas do bairro, sentindo suas mãos navegando em minha cintura.

Tivemos tão pouco tempo.

Todo tempo do mundo.

Olho para a garrafinha de vidro que você me deu, recheada de Tsurus coloridos.

Sorrio.

Toda vez.

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ju.jpgJuliana Borel é escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Em 2016, ganhou o prêmio literário Leia Comigo, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e é uma das autoras no livro de contos “Mapas Literários – O Rio em Histórias” (Rovelle/2015) e do livreto de poesias “Miudezas” (Cartonera Carioca/2016).
Tem um blog procurasepoesia.blogspot.com.br, onde escorre todas as suas experiências..

Amor líquido

Estava esperando o sinal abrir para atravessar a Rio Branco quando ela se aproximou. Uma cigana de pele bem morena e cabelos negros, bagunçados. Me abordou com um pouco de agressividade, pegando no meu ombro. Assustada, me afastei dizendo logo que não queria, mesmo sem ela ter me oferecido nada. Não tenho dinheiro. 

Ah não, meu bem. Ela me disse com um sorriso que mostrava dois dentes de ouro. Seu cheiro era acre. É sobre ele. E apontou pro meu peito. Vai bater mais forte se você usar isso aqui. Tirou um frasco pequeno da bolsa de lantejoulas azuis. É afrodisíaco. 

Olhei rapidamente para o sinal. Continuava fechado. Não tenho dinheiro, repeti. Ela deu uma risada dourada. Fica como presente. Não cobraria de uma virgem. Colocou o frasco na minha mão. Mas use pouco, acaba rápido, antes do que você imagina, disse no mesmo instante em que o sinal abriu.

Meu coração deu um leve salto quando ela usou a palavra virgem. Eu tinha 23 anos e poucas pessoas sabiam dessa minha… condição na época.

Envergonhada e como forma de rebeldia, não usei o perfume por muito tempo. Por anos. Perdi a virgindade sem testar os poderes da fragrância.

Quando marcamos nosso primeiro encontro, numa quinta-feira, quis levar algum perfume para borrifar antes de te encontrar. Aquele pequeno frasco de vidro, esquecido no fundo do armário, era o único que não pesaria na bolsa.

Antes de sair do trabalho, borrifei uma vez atrás de cada orelha e nos pulsos. Passei demais, pensei me condenando.

E aí, no meio da noite, com o rosto afundado no meu pescoço, sua barba roçando minha pele, você disse com a voz rouca, gostei do seu cheiro.

Depois daquela noite, usava o perfume toda vez que íamos nos ver. Era um vidro pequeno, então, não usava em outras ocasiões. Sempre que você me dizia, entre beijos e carinhos, eu adoro seu perfume, eu respondia, eu só uso com você.

Se os perfumes tivessem vida, eu diria que a desse estava só esperando a gente acontecer para começar a respirar (ou pra revelar seu poder afrodisíaco).

Foi quando os problemas começaram que notei que ele estava quase no fim.

Uma mensagem não respondida, um fim de semana sem notícias, a primeira discussão, um pedido de desculpas, e o frasco cada vez mais vazio.

Até aquele dia, aquele último dia (que eu não sabia que seria o último), em que tive que virar e sacudir o frasco para conseguir algumas derradeiras gotas.

Passamos a tarde juntos. Eu estava feliz, acho (já não me lembro como ficava perto de você quando começamos a nos afastar). Mas me lembro de achar que, bem, talvez tudo voltasse a ser como antes.

Até que nos despedimos, naquela esquina perto de casa, e nunca mais nos vimos.

Já faz tanto tempo, às vezes parece tempo nenhum.

O frasco voltou para o fundo do armário. Vazio mesmo. Às vezes, a imagem da cigana volta à minha cabeça. Suas palavras também, use pouco.

Ainda não consegui jogá-lo fora.

Já é hora.

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ju.jpgJuliana Borel é escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Em 2016, ganhou o prêmio literário Leia Comigo, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e é uma das autoras no livro de contos “Mapas Literários – O Rio em Histórias” (Rovelle/2015) e do livreto de poesias “Miudezas” (Cartonera Carioca/2016).
Tem um blog procurasepoesia.blogspot.com.br, onde escorre todas as suas experiências..

Se eu soubesse de mim

Você acabou de começar a faculdade. Está nervosa porque é a primeira grande mudança na sua vida. Tudo bem. Não se recrimine por ainda guardar a timidez dos tempos de escola, nem se assuste com os grunges que fumam maconha na porta da universidade. Eu sei, pra você isso ainda é coisa de outro mundo. Mas não se preocupe: aquela menina sonhadora e boba nunca vai se perder, nem mesmo quando partirem seu coração.

É, você ainda não acredita que alguém faria isso. Mas vão fazer. Mais de uma vez.

Não se revolte com essas pessoas. Muitas delas não são más ou egoístas. São apenas jovens como você, tentando encontrar as peças que faltam dentro de si. Mas seja mais madura do que elas e não machuque os outros. Sinta-se responsável pelo amor ou mágoa que pode causar a alguém. Ponha-se, sempre que puder, no lugar do outro, sem nunca deixar de ouvir sua intuição. Se achar que não deve insistir, não insista. O contrário também vale.

Ame-se. Ame. Se entregue.

Não tenha receios, nem amarras. Não deixe que o medo de novas decepções endureça seu coração. Essa é a sua melhor qualidade: dar-se por inteira.

Pare de se achar feia ou gorda ou estranha. Você leva no sorriso toda beleza que precisa. Olhe-se no espelho com os olhos de quem te vê e te ama. Acredite quando dizem que você é linda: eles estão com a razão.

Você terá dúvidas sobre sua carreira. Vai se arrepender de alguns empregos, mas vai encontrar grandes amigos pelo caminho. Você será muito melhor do que imagina na sua profissão. Também vai conseguir, a um passo de cada vez, unir laços com a Literatura e perceber que é ela que te completa. Continue.

Não se iluda, a tristeza também fará parte da sua vida. Assim como o medo do câncer levar embora quem você mais ama. Chore sem deixar de manter a fé. Você vai descobrir como as pessoas podem ser extremamente generosas. E vai conhecer, pela primeira vez, a dor que é não receber ajuda quando precisa. No final, vai dar tudo certo.

Garanto que até os 30 anos você não terá tido filhos (nem muita vontade de tê-los), mas vai amar seus sobrinhos (serão dois até lá) incondicionalmente; vai se pegar imaginando como seria se fossem seus (e toda vez que isso acontecer a única certeza que terá é do amor que é capaz de sentir).

Se meus conselhos puderem chegar até você, lembre-se principalmente deste: leve a vida com leveza: a simplicidade é a melhor coisa do mundo.

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ju.jpgJuliana Borel é escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Em 2016, ganhou o prêmio literário Leia Comigo, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, e é uma das autoras no livro de contos “Mapas Literários – O Rio em Histórias” (Rovelle/2015) e do livreto de poesias “Miudezas” (Cartonera Carioca/2016).
Tem um blog procurasepoesia.blogspot.com.br, onde escorre todas as suas experiências.

Eu sei

Para ler ouvindo: Game for fools | Jamie Lidell

Mandou o texto. Seu coração palpitava como se estivesse se preparando para o primeiro encontro entre eles, embora isso já tivesse acontecido. Não imaginou que ele quisesse ler algum conto seu.

Já tinham conversado sobre sonhos, certa noite, naquele quarto pequeno, bagunçado e cheio de estrelas. Confessou, entre lençóis, risos e beijos, que queria ser escritora. Com a voz um pouco baixa e reticente, como se a palavra escritora fosse preciosa demais para ser dita assim, sem cuidado. Ele passou as mãos em seu cabelo e disse que não sabia que sonho tinha. Que ia vivendo um dia de cada vez, sem prospectar o futuro. Se entrelaçaram e esqueceram o assunto.

E agora, depois de uma conversa despretensiosa sobre um conto que escrevera pra aula de Literatura, o pedido mais íntimo que ele podia fazer a ela. Gostaria de ler. Seus olhos brilharam.Tem certeza? quer dizer… Eu ainda tô aprendendo. Ele riu da timidez dela. Me manda, prometo não pegar pesado nas críticas.

Foi a primeira coisa que fez ao chegar em casa. Sentou em frente ao computador e escreveu o email. Um pouco trêmula de nervosismo e felicidade. Como prometido, vai o texto que levei pra aula ontem. Lembrando que a aula é de Literatura Infantil, então… Não queria mostrar insegurança, embora as reticências ao final lhe traíssem um pouco.

A falta de resposta a fez imaginar que ele falaria sobre o conto quando se encontrassem novamente. Expectativa que foi logo derrubada depois de se verem algumas vezes e ele não comentar nada. Será que não gostou?

Tentou não ligar para o silêncio, mas depois de um tempo, deitados naquele quarto que tanto amava, ela perguntou, entre um papo e outro, pra não parecer cobrança (ou mágoa), eu te mandei aquele conto que a gente conversou uma vez, lembra? Achou muito ruim? E riu, pra parecer que não se importava tanto assim. Ah, sim. Acabei não lendo.  Quando conseguir te falo.Ela assentiu e se esforçou pra não parecer chateada.

Não tocaram mais no assunto.

Ele nunca leu o conto.

Em seu último encontro, aquele em que cumpririam as meras formalidades para um término decente, uma água e um café pra dizer me apaixonei por você e ouvir não quero me envolver nem te magoar, ele lembrou do conto. Pensei em ler hoje, mas…

Eu sei, ela completou.

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ju.jpgJuliana Borel é aspirante a escritora e poeta. Pra ganhar dinheiro e pagar as contas é jornalista a maior parte da semana. Pra se inspirar gosta de ouvir Guns, trilhas sonoras e esbarrar por aí em pessoas interessantes. Seu blog procurasepoesia.blogspot.com.br é praticamente seu DNA.

Achados (Desejos) da Semana

O achados de hoje é diferente. Dei uma volta no shopping e experimentei várias peças. Pirei com várias, fiz a blogueira e fotografei tudo. #semvergonha #sejogalinda rs

1 – Na Zara eu fiquei louca por essa blusa. Achei divertida e legal para um look mais despojado no fim de semana. Pra piorar ela tem listras (a loka das listras que existe em mim teve que ser domada) mas custa R$ 99 dilmas. Confesso que sonho com ela, mas aqui a #realidades anda firme e forte. Resisti!

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2 – Ainda na Zara experimentei essa jaqueta de “couro”. Linda e confortável. O preço é meio salgado (entre R$ 200 e R$ 300), acho que vale pra quem pensa em investir em uma peça que veste super bem e que dure bastante.

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3 – Peguei esse sapato só pra provar as roupas e acabei reparando que ele é super elegante. É vinho na parte da frente e atrás ele é cinza. Apesar de estar sem preço é o tipo de sapato que eu acho que vale investir. Deixa qualquer look mais elegante!

4 – Pra fechar a Zara, coloquei esse vestido preto e branco. Nem é muito minha cara, mas usaria com facilidade.

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5 – Na Renner achei essa blusa (R$ 49) com uma pegada mais street. Eu gosto muito desse estilo, mas ainda me sinto meio fantasiada quando coloco. rs Foi assim quando comecei a usar turbante e hoje não vivo sem. Vai entender!

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6 – O mesmo vale para essa blusa/vestido. Tem uma abertura na lateral, bem pequena, e precisa usar com algo por baixo como uma bermuda ou legging.

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7 – Entrando na Forever vi essa saia linda (ando em uma fase que quero todas). Ela é leve e eu usaria pra sair ou pro trabalho adaptando a blusa e os acessórios.

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8 – Estava resistindo quando me deparei com esse vestido jeans (de R$ 200 por R$ 97 e na hora de pagar… R$ 66 MORRY). Achei tão estiloso. É o tipo de roupa que eu não “segurava” usar. Eu ia achar que todo mundo estava olhando pra mim, era um pesadelo só de pensar. Que fase! rs Agora que eu me sinto mais segura (ainda tenho muito pela frente) não me importo mais de alguém não gostar do que eu uso e tá tudo bem!

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Fiquei “duas horas” olhando pra ele no corpo. rs Dá pra dobrar a manga (prefiro), dá pra usar com tênis, com salto. Dá pra abrir alguns botões de cima ou esse último de baixo… Achei ousado pra mim que sou baixinha, mas minha meta na vida nos últimos tempos é me desafiar e sair da zona de conforto. Foi o destino. 🙂

Para aquecer o coração

Na última viagem pra São Paulo fomos até a livraria Cultura. Um livro esteticamente bonito foi logo me chamando atenção. Olhei uma, duas, três vezes antes de ir ver o preço. Nao resisti e comprei.

Um dos textos ganhou meu coração:

ela tem essa fé inabalável no recomeço
apesar de tudo
ela não leva nenhum pesar
leva o aprendizado
e segue
para um novo dia
para novas histórias
novos livros e músicas
e novas conversas
com o charme
de quem tem cicatrizes na alma
ela não está mais no ontem
foi viver

O livro se chama Estranherismo, do Zack Magiezi. Todo dia abro em uma página aleatória e me delicio com cada poesia. Um mais bonita que a outra. São leves e, ao mesmo tempo, intensas.

O bacana disso tudo é que o Edson também virou fã. Indico demais pra quem curte textos que passam mensagens bacanas e nos fazem refletir. É um livro pra tocar o coração. Mesmo!

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Achados (Desejos) da Semana

Post

1- Relógio Cássio vintage.  Não ligo muito, mas garrei um amor por esse modelo que vi no site da Bianca Nunes Acessórios. 

 

2- Anel. Estou louca atrás de um com a pedra preta. Esse com a pedra branca é da Bianca Nunes Acessórios

3- Tênis Adidas (foto Pinterest). Tá na modinha do momento e toda vez que vejo meu olho brilha. Meu medo em comprar algo assim é que já já passa a onda. Ou você continua usando ou joga seu dinheiro no lixo, né?!

4- Porta sabonete líquido. Esses lindos e cheios de charme são da Pomelo, loja com achados incríveis.

5 – Turbante. Morria de vergonha e agora não posso ver um que já quero.  Esse é da Dresscoração.

6 –  Óculos (foto Pinterest). Eu tenho um preto que acho super básico. Queria um mais ousado. Será que tenho coragem? rsrs. Curti vários dessa foto.

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