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Anna Deise Lopes

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Amor próprio

Acreditar em si. Amar-se.

Dentro e fora do caos. Redescobrir quem você é. Todos os dias.

Amar o seu eu. Algumas vezes menos, outras mais.

Buscar uma conexão com você mesma. Se perder e se encontrar.

Respeitar seus limites, se entregar.

Ressignificar. Reinventar. Entender que amar a si é amar todos à nossa volta. É acreditar sem medo no valor que se tem.

Quando encontramos esse amor por nós mesmos, devolvemos ao mundo.

Por Anna

Essas duas palavras exprimem um sentimento que todos devemos valorizar mais. Para mim amor próprio é respeitar-se a si mesma. Pode parecer simples, mas está longe disso.

Devemos entender para cada situação o que nós mesmas desejamos e manter nossas atitudes condizentes com isso.

Deve-se ser verdadeira consigo mesma.

Isso vale para pequenas coisas como não comparecer a um evento social que não lhe fará feliz, até outras bem maiores, como mudar de carreira por perceber que a atual não lhe traz satisfação pessoal.

E isso também passa pela forma como nos enxergamos. Quando nos amamos, queremos nos sentir bonitas e a forma que isso é exteriorizado faz toda a diferença.

O nosso exterior costuma refletir o que estamos sentindo por dentro ou mesmo ajudam a melhorar a nossa própria imagem, o que reflete em um contentamento maior conosco. Por isso moda, beleza, acessórios… são também meios de colocarmos para o mundo o quanto estamos bem por dentro e de ajudar a construir e melhorar nossa própria imagem para nós e para o mundo.

Eu, pessoalmente, digo que me sinto mais bonita e, consequentemente mais segura de mim mesma, quando coloco uma roupa que gosto, arrumo o cabelo, um pouco de maquiagem e me sinto pronta para sair e conquistar o mundo!

Amor próprio é conhecer e respeitar os nossos desejos de forma a permitir-nos agir para que eles se tornem a nossa realidade!

Por Lanna

Mulheres reais. Em pleno processo de autoconhecimento. Passando por situações que podem estar acontecendo com você que nos lê agora. Nosso caminho, assim como o seu, é cheio de altos e baixos.

Porém, descobrimos que seguir a nossa jornada buscando conhecer e aceitar quem somos, faz a nossa vida ter mais sentido.

Podemos caminhar juntas. Amando quem somos, amando quem estamos nos tornando.

Look: @izola.rj Coleção Amor Próprio
Make: @chrismarkes7
Vídeo: @baiaotr3s
Fotos: @edsonluizjesus
Local: @caisdooriente

 

Orgulhosamente seguindo a moda da vovó

Houve um tempo que o maiô era considerado coisa de vovó. Sim, no sentido pejorativo. Que bom que os tempos mudaram e que nossa autoestima fez a gente enxergar que essa peça sempre foi linda, nós que acreditávamos nessas regras limitadoras.

 

Crédito: Afropunk music festival on Refinery29.com.

Por falar em regras, quem disse que só dá pra usar na praia ou piscina? Por aqui ele tem dupla função. Tenho amado usar também pra bater perna nos dias quentes do Rio.

Maiô fora da praia ou piscina? Sim!
Maiô com saia longa (@izola.rj)
Na praia

Achados (Desejos) da Semana

Tirei o sábado para dar uma volta no shopping e encontrei muitas peças lindas na Renner. Mostrei um pouco no instagram e muita gente pediu mais detalhes.

Preparados?  🙂

1 – O primeiro look que montei foi com uma blusa preta (R$99,90) bem básica, mas com detalhes que deixam o visual mais arrumado e formal (ela tem uma amarração na altura do pescoço). Usaria para trabalhar ou pra uma reunião, por exemplo. Coloquei com uma calça jeans (R$ 159,90) com taxas nas laterais e um bordado na altura do bolso.

2 – Aproveitei para experimentar uma camisa xadrez (R$ 89,90). Não estou muito acostumada com esse modelo e no primeiro momento achei estranha em mim, mas depois acho que acabei curtindo.

3 – Preciso confessar que a terceira peça mexeu com meu coração. Sou a louca da jaqueta jeans e o modelo da Renner é customizado, vestiu muito bem e já me imaginei com ela. Pena que o preço não ajudou R$ 259,90.

4 – Minha segunda peça favorita foi um macaquinho (R$ 159,80). Achei a cor maravilhosa e é o tipo de roupa que eu acho que fica ótima no meu corpo e me deixa confortável.

5 – Quando estava saindo da loja encontrei um kimono (R$ 199,90) impecável, é o tipo de roupa que se você cuidar vai ter a vida inteira.

Qual o meu estilo?

E se alguém me perguntar: qual é o seu estilo? Vou dar um sorriso e responder que não sei!

Acho, de verdade, que a gente pode/deve usar tudo aquilo que sentir vontade. Comigo funciona desse jeito. Só quando eu uso, consigo ter a real noção daquilo que gosto, ou não, em mim. Nesse sentido, a probabilidade de errar é maior, mas não vejo mais problema nisso.

Sem contar que a gente vai se transformando todos os dias. Um dia posso me amar de saia e acordar no dia seguinte sem conseguir me ver com uma.

Looks antigos

Pra mim, estilo é algo que a gente vai lapidando e segue a mesma direção da nossa vida. Ao menos é assim no meu caso. Hoje, aos 36, me sinto mais segura pra usar roupas que aos 16 jamais teria audácia. Rs

Atualmente as minhas roupas revelam sobre a minha personalidade, sobe o que eu gosto no momento, de como eu me enxergo. E era assim alguns anos atrás também.

Não temos que ter vergonha das nossas fases! O fato de estar construindo a nossa história de vida e ver isso, literalmente, no nosso corpo é incrível e pode ser leve e divertido.

Looks atuais

Meu processo de autoconhecimento

Não sei se é assim com todo mundo, mas meu processo de autoconhecimento não para. Ele acontece o tempo todo.  Dá uma sensação estranha notar que tudo que ocorreu na minha vida até hoje me trouxe pra esse exato momento.  Parece óbvio, mas o que estou tentando dizer é que hoje eu entendo e aceito. Tudo!

Arquivo Pessoal

Coisas que antes eu não conseguia digerir passaram a ter um papel fundamental por aqui. Não vou mentir, é cansativo! Mas finalmente perceber que achou seu propósito, mesmo que se sinta confusa no meio do caminho, é inexplicável.

Eu amo olhar pra trás e notar que aceito meu caminho até aqui. Fácil não é, mas a sensação de que estou na direção “certa” é indescritível.  Mesmo com todos os tropeços e tombos inevitáveis.

Algumas vezes aquela sensação de calmaria, outras vezes parece que fui jogada dentro de um liquidificador. Se minha vida fosse uma novela, os autores seriam Manoel Carlos e Janete Clair (rs).

Mas tudo bem. Sou mesmo chegada a recomeços. Que não nos falte forças pra seguir e sorrisos suficientes guardados para celebrar.

Foto @joypessa Make @renatasantanamakeup

 

Vai um pretinho?

Todo mundo está cansado de saber que ele é a melhor escolha pra quem não quer errar. Confesso que já passei dessa fase. Amo roupa com estampa e colorida, mas não posso negar que usar preto sempre me deixa mais confortável e confiante.

Acho que meus melhores looks são pretos, inclusive.  Além disso, fica muito mais prático escolher os acessórios quando estou com roupa preta. Dá pra usar e abusar da minha coleção de brincos nada basiquinha sem me preocupar se estou exagerando, colocar meu turbante e sair livre, leve e feliz por aí.

Agora se você quer inspiração real de como usar roupa preta: siga a Thais Farage. Mano do céu, tá pra nascer alguém que fique tão musa quanto ela com um pretinho NADA básico.

Vulnerabilidade

Qual o real motivo de termos tanto medo de demonstrar nossas fraquezas?

Eu sempre fui sensível. Do tipo que fica magoada com facilidade. Mesmo! Anos atrás eu escondia isso do mundo. Era praticamente impossível deixar alguém notar. Era uma proteção que eu achava perfeita, mas que com o tempo fez estragos por aqui. Depois disso, tracei uma linha reta entre ser a garota perfeita, que aguentava tudo quieta, para a outra que fechava a cara e respondia no impulso qualquer tipo de suspiro errado.

Eu continuo sensível. Na mesma proporção, inclusive! O que mudou é que hoje eu falo e demonstro. Não tenho mais medo de ser julgada, taxada como tal. Eu aprendi que posso ser vulnerável e forte ao mesmo tempo.

Aprendi que demonstrar minhas fragilidades não é ruim e não mata ninguém. Aliás, essa é só uma das minhas características. Aos poucos a gente vai trabalhando nelas e percebendo que quanto mais as conhecemos, menos medo teremos delas.

Foto @joypessa  Make @renatasantanamakeup

Pra te ver melhor

Eu não lembro exatamente o momento em que parei de ter “medo” de usar óculos. Só sei que quando estamos com autoestima em dia, a “coragem” de usar tudo que temos vontade aumenta e a gente só se joga. Algumas vezes erramos feio, mas tudo bem! Rs

Os óculos estão em alta por aqui. Essa infinidade de modelos, tamanhos e estilos me fizeram querer experimentar tudo. Tenho atualmente três modelos de óculos escuros, mas uma lista infinita de novas opções.

Foto: @edsonluizjesus
Foto: @rdazevedo

Nos últimos ensaios para o blog usei alguns modelos novos, incluindo um de grau (fake) que fiquei apaixonada. Entrou pra lista de desejos.

Foto: @joypessa
Foto: @joypessa

Minha dica pra você que ainda não tem coragem de ousar com esse acessório é experimentar tudo sem medo. As musas Vic Ceridono e Madonna são a prova viva de que eles podem te deixar maravilhosa.

Foto: Vic Ceridono

InspiraTerapia na Band: dicas de maquiagem para o Carnaval

Corre que ainda dá tempo! Hoje temos o Desfile das Campeãs, na Marquês de Sapucaí,  e alguns blocos espalhados pela Cidade Maravilhosa.

Semana passada fui convidada para dar dicas de maquiagem  pro Carnaval no programa Rio na TV, da Band TV. Dá pra conferir o vídeo completo abaixo. 🙂

Negros também casam

Casamos em 2010. Dois anos antes já estávamos envolvidos nos preparativos e, foi nesse momento que, comecei a notar uma grande dificuldade: referência para noivas negras. Era praticamente impossível encontrar imagens inspiradoras em revistas, sites, blogs, etc. Dava uma baita aflição, principalmente, quando eu gostava de uma maquiagem, mas só tinha referência de mulheres que não tinham o mesmo tom da minha pele. Com isso, só de pensar no trabalho que ia dar pra achar um profissional que soubesse me maquiar e fazer um penteado no meu cabelo (e olha que na época eu ainda relaxava) me deixava angustiada. Um salve para o Aureo de Sá, que saiu na frente mesmo com pouca (quase nenhuma) opção de produtos pra pele negra naquela época.

Eu estou falando sobre a maquiagem, pois sem dúvidas foi meu principal dilema. Mas vale reforçar no quanto isso abala nossa autoestima em todas as escolhas. É muito cruel não se enxergar no mundo! E antes que algum desavisado venha dizer que isso é algum tipo de vitimismo, já vou avisando que sou zero! Só quem vive sabe e sente, literalmente, na pele.

Quase tive um treco quando o nosso casamento foi publicado no blog Vestida de Noiva, da Fernanda Floret e, logo em seguida, na revista Noivas Rio. Eu não comemorei apenas por ver meu casamento naqueles lugares, que pra mim eram inalcançáveis, eu comemorei por saber que aquilo tudo estava mudando de alguma forma.

Crédito: Juliana Pessoa

Fico maravilhada quando, nos dias de hoje, abro uma revista, sigo uma conta do instagram ou um blog com milhares de inspirações para mulheres negras. A representatividade tão em voga é importante pra caramba! TER referências é fundamental para as nossas ESCOLHAS.

Celly Neves, minha amiga, linda de noiva. Crédito: Ma Monteiro

 

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